sexta-feira, 27 de maio de 2011

Leo meu eterno filinho

Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Pap ursinho soninho

1. faça uma coxinha de aprox 4 cm na cor bege, marque a cintura e modele o bumbum
com a esteca concha faça uma marcação na barriga p/ simular uma costura

2. demarque com o boleador a área onde será colada a perninha, faça uma coxinha alongada e cole a perninha nessa área.
Faça a costura nas perninhas

3. faça duas bolinhas e dê uma leve achatada (pés) e cole na ponta das pern










inhas

4. com o boleador faça uma cavidade nos pés, modele os dedos e faça duas bolinhas marrons e cole na cavidade

5. faça mais três bolinhas marrons e cole como no modelo, simulando a pata

6. faça 2 coxinhas alongadas (braços) achate um pouco na parte + grossa faça uma cavidade no meio onde será a patinha superior, modele a pata e cole uma bolinha marrom, faça a costura na lateral do bracinho
cole no corpo de modo que as mãos fiquem próximas
enfie um palitinho no corpo p/ segurar a cabeça q será feita


8. Agora modele uma bolinha bege p/ a cabeça
Faça uma bolinha menor na cor marrom para o fucinho, demarque o meio e afunde em baixo com a esteca bolinha para simular a boca.
Faça uma bolinha preta e cole conforme o modelo para simular o nariz.

9. faça a costura no meio do rosto
modele 2 bolinhas para a orelha
afunde o centro das orelhas delicadamente

10. abra com um rolo uma massa branca de + ou - 5 cm de expessura
recorte no formato de meia lua
decore com carimbo de abelinha
faça a borda franzindo com o boleador e coloque seu lençol nos bracinhos do ursinho de modo que dê um caimento.

Prontooooooooooooo amiguinhas
Agora mãos a massa!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Alguns dos meus trabalhos em lembrancinhas

Pap Ursinho soninho

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Eete pap é da nossa amiga de profissão Cris eu espero que v6 gostem
estou começando com este, mais logo logo postarei o meu pra dividir com todas vocês!!!!!!
tmb gostaria de trocar paps se v6 tiverem ok
bjosssssssss!!!!

Reflexão

"Quando a última árvore morrer, e o último rio for poluído, o homem finalmente perceberá, que não se come nem se bebe dinheiro"

SEJA SOLIDÁRIO E COMENTE A VONTADE
POR ESSE MOTIVO EU FAÇO ARTE COM RECICLAGEM TMB E FAÇO A MINHA PARTE
BJOSSSSSS !!!!!!!!

A História do biscuit



História e Origem do Biscuit


“Desde os tempos primórdios, o homem sempre se utilizou da argila, da

terracota e das rochas para fazer seus utensílios de caça e preparação de

alimentos.

A história da porcelana começou na China, por volta do começo do séc.

III d.C. Era uma massa basicamente composta de feldspato (rochas de

silicatos como potássio, sódio e cálcio) e caulim (argila pura de cor branca),

caracterizada por sua alvura, dureza e um aspecto translúcido.

Esse precioso material chegou ao Japão, através da Coréia, por volta do

séc. XVI, onde teve também uma importante produção e desenvolvimento.

Durante muito tempo, a Europa dedicou-se a imitar a porcelana oriental.

No começo do séc. XVIII, na cidade alemã de Meissen, um alquimista

encontrou em escavações de um jazigo, uma espécie de argila branca com alto

teor de caulim. Começou a fabricar pequenas peças com essa argila e

obteve resultados muito semelhantes aos da porcelana chinesa.

Por volta de meados do séc. XVIII, na França, criou-se uma produção

tipicamente francesa de porcelana, com um brilho aveludado e uma aptidão

para receber ricas decorações policromáticas, como flores e passarinhos.



A história do biscuit vem por volta dessa época, em que os artesãos estavam

sempre procurando materiais que pudessem misturar àquela argila

branca barateando um pouco o seu custo, com qualidade, beleza e

durabilidade tanto quanto à porcelana fina, também conhecida como “faiança”

(louça esmaltada ou vidrada).

Não se sabe ao certo, mas parece que havia na Itália uma massa tradicional,

feita de farinha, água e sal, conhecida como “pasta di sale”. Com

essa massa, os italianos faziam pequenas e delicadas esculturas, retratando

o dia-a-dia da época, que hoje conhecemos por “bibelôs” ou “rococós”.

E embora seus artesãos procurassem durabilidade, as peças, justamente

pela porosidade da massa e a tendência à deterioração por ser orgânica,

não chegavam exatamente a atravessar gerações.

Em outros países também existem trabalhos nesta linha.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os bonecos de “salt dough” são muito famosos,

além de serem uma tradição muito antiga. Apesar de sua beleza, guardam em si

a fragilidade dos elementos de que são compostos, ou seja, o artesão

encontra-se limitado à baixa resistência e durabilidade das peças



Mas foi pela insistência em se descobrir uma massa ideal para trabalhar

os objetos, sem a preocupação de que eles se quebrassem no dia seguinte,

que os artesãos continuaram a pesquisar materiais que pudessem ser

misturados à massa, como a cola, por exemplo, para lhe dar resistência

e durabilidade e pudessem também receber pintura e certos tipos de

acabamentos brilhantes ou foscos. Foi assim que artesãos da Europa

e América Latina chegaram à maleabilidade da massa do biscuit, também

conhecida como “porcelana fria”, por não ser necessário queimá-la em

fornos especiais com altas temperaturas, como as porcelanas tradicionais.



E como a arte acompanha a evolução da humanidade, o biscuit tornou-se

não apenas mais uma expressão artística, promovendo eventos como ex-

posições e premiações, como também se tornou uma agradável e rentável

atividade, ganhando inúmeros adeptos em países da Europa, Japão e,

sobretudo, nos Estados Unidos e América Latina.



Aqui no Brasil, o biscuit aportou na década de 80, através de artesãos

que pesquisavam o assunto.

O mercado do artesanato, sobretudo, em São Paulo, recebeu muito bem

a técnica, pois muitas pessoas resolveram se dedicar à arte do biscuit

por sua praticidade, beleza e mil possibilidades.

terça-feira, 17 de maio de 2011